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Em todo início de projeto de treinamento temos aquele momento de planejar e definir a estrutura do material. São muitas as decisões tomadas nesse momento e uma das mais complicadas é em relação aos formatos de conteúdo para e-learning. Isso porque temos diferentes opções – videoaula, podcast, atividades de leitura, videotutoriais, aulasweb, storytelling com animação, entre outros. E para piorar, o mercado não tem uma nomenclatura padronizada, o que acaba confundindo muito os gestores de treinamento.

Usar vários formatos é uma novidade?

Explicamos melhor esse assunto no artigo sobre blended learning, mas vai aqui um exemplo comparando com o presencial:

Em sala de aula, o instrutor experiente faz uso de abordagens diversas durante o treinamento presencial. Desde contar histórias e casos, desenhar no quadro, simular diálogos mudando o tom de voz, realizar atividades em grupo, pedir para alunos compartilharem experiências e outras atividades que conhecemos bem.

Agora, quando passamos para e-learning, o mais comum é todo o treinamento ter só uma abordagem, ou formato. Por exemplo, o conteúdo está todo em videoaula.

Por que a escolha dos formatos de conteúdo para e-learning é importante?

A escolha dos formatos é muito mais do que uma questão estética ou preferência pessoal do gestor de treinamento. É preciso levar em conta ao escolher os formatos de conteúdo ideais para seu e-learning os custos e tempo de produção, além da demanda de atualização do material.

Cada tópico ou tema abordado no treinamento pode ser melhor explicado em um tipo de formato e fazer a escolha certa é crucial. Isso faz mais sentido quando pensamos em microlearning combinado ao blended learning.

Vamos recapitular rapidamente: uma das melhores formas de montar um treinamento trabalhando com microlearning é em vez de criar uma grande atividade com todo o conteúdo do treinamento, quebrar as informações em várias atividades curtas. E em cada uma dessas frações de conteúdo podemos utilizar uma abordagem diferente. Para essa variação chamamos de blended learning. Aliás, é comum associar esse termo à mistura do treinamento online com o presencial apenas, mas o termo pode ser usado para variações de formatos de conteúdo de um treinamento inteiramente online.

O profissional ideal para tomar decisões em relação às abordagens é o designer instrucional, que é qualificado tecnicamente para isso. Porém, quando você estiver trabalhando com um fornecedor externo, o designer instrucional só entra no projeto depois que esse tipo de definição já foi realizada.

Formatos de conteúdo para e-learning

Que tal conhecer quais são essas abordagens e os principais formatos de conteúdo utilizados em e-learning? Você também pode fazer download do infográfico com um resumo sobre cada tipo de formato e compartilhar com a sua equipe.

Videoaula

É um formato muito popular, pois a adaptação do instrutor é mais simples, já que se parece com o presencial. Porém, nem sempre funciona filmar uma dinâmica de sala de aula. Por isso, mais uma vez o trabalho do designer instrucional é importante para garantir que as aulas sejam eficazes.

Ao mesmo tempo, ao usar videoaulas para tópicos pontuais, com vídeos curtos, garantimos uma maior probabilidade de sucesso. Mesmo sem um trabalho aprofundado do designer instrucional, existem muitos profissionais com experiência em treinamento presencial tendo ótimos resultados com videoaulas curtas.

Aulaweb

O formato aula web de autoaprendizagem é simplesmente o formato mais utilizado nas maiores empresas do mundo para treinamento. Ele é o preferido pois este formato maximiza os principais benefícios do e-Learning:

  • O próprio aluno dita o ritmo de estudo.
  • Não é necessário agrupar todos os alunos no mesmo horário.
  • Os cursos podem ser “estocados” e utilizados infinitas vezes.
  • Possui baixo custo de atualização.

Videotutorial

Exibe o passo a passo prático da utilização de um software ou plataforma, guiado por uma narração. Tem teor informativo e didático.

Pontos positivos:

  • Permite uma visão prática do uso da ferramenta.
  • Maior didática.
  • Ótimo para consulta no momento da necessidade (suporte ao desempenho).
  • Fácil assimilação.
  • Fácil de produzir internamente na organização.
  • Menos efeitos de produção.

Animação com storytelling

É uma excelente forma de abordar casos de negócios de uma forma simples e rápida. Storytelling ou contação de história são técnicas para contar uma situação de forma envolvente e lúdica. Uma excelente abordagem para treinamento comportamentais.

Pontos Fortes:

  • Funciona muito bem para abordar comportamento
  • A ilustração permitem demonstrar intensidade de emoções de forma rápida e barata.
  • É uma fração do curto correspondente de fazer em vídeo com cenários, atores, direção etc.

Atividades de leitura: e-books e PDFs

Através de ebooks ou apostilas, documentos com base em texto não são descartados do projeto. Se combinados com outros formatos adequadamente, são um ótimo complemento.

Vantagens:

  • Custo reduzido, retirando dos conteúdos de maior investimento a parte informativa do treinamento.
  • Extensão do treinamento na plataforma EAD.
  • Baixo custo de atualização.
  • Facilidade de compartilhamento.
  • Fácil de desenvolver e atualizar internamente.

Exemplo de aplicação em integração de novos colaboradores

Encontrar a melhor combinação desses formatos de conteúdo para e-learning é que vai ajudar a conseguir as melhores abordagens. Um exemplo: ao fazer uma integração de novos colaboradores ou onboarding, esse tipo de treinamento contém informações bastante heterogêneas, o que permite a utilização de diferentes abordagens de treinamento como:

  • Videoaulas para depoimentos: para falas dos diretores ou presidente apresentando a empresa, trabalhar com videoaula dá um peso maior à informação. A reação de assistir a um depoimento de uma figura importante na organização é bem diferente de ler um texto.
  • Texto em PDF para benefícios: esse, por exemplo, é um assunto muito volátil e que muda bastante, além de ser muito básico e não necessitar de muita explicação.Você não precisa explicar quem é o seu fornecedor do plano de saúde, por exemplo, mas sim a quais recursos oferecidos o colaborador tem direito.

Próximos passos

Use a caixa de comentários para compartilhar conosco o que você acha desses formatos. Esquecemos de citar algo importante? Nos avise também!

Além disso, não deixe de baixar o infográfico com os formatos citados aqui e o resumo das definições de cada um. Em breve, vamos lançar também artigos sobre cada um desses formatos, por isso assine a nossa newsletter para não perder nenhuma novidade.